quarta-feira, setembro 06, 2006

O casamento



Estive este fim de semana num casamento. Ainda por cima estive numa posição privilegiada, pois conseguia ter uma vista ampla de toda a sala. É bom haver casamentos. Como diria alguém: "Todos nós de alguma forma, deveríamos ter uma festa assim, faz bem ao ego". Ter dezenas (ou centenas) de amigos e familiares a testemunhar uma alegria pessoal é bom e faz bem.
Religioso ou civil? Religioso claro. O civil é apenas cívico. Ok! Juntamo-nos e agora obedecemos às regras do direito da família e sucessões, mas se quisermos também temos civicamente a possibilidade de divórcio. O religioso, não. Além da responsabilidade cívica temos a moral, a construção e preservação de uma família para sempre: "Até que a morte nos separe" ou "Não separe o homem o que deus uniu".
Tretas!! Talvez. A prática mostra-nos casos completamente opostos a esta realidade/utopia. Sim, eu sei. Mas o princípio é que conta juntamente com a predisposição de cada um perante este acontecimento. Os que se juntam com o interesse em construir uma família (com ou sem filhos) para a vida, constroem a vida em comum, têm na minha opinião um casamento religioso. Pois sem o formalismo, respeitam os pressupostos religiosos. E isso é bom.